segunda-feira, 28 de julho de 2008

Giogunda Venturini Libralato

Giogunda Venturine Libralato – nasceu na Itália, mais ou menos em 1850. Morrei em 1932 com 82 anos e foi interada em Rio do Meio-SC. Casou-se na Itália e veio para o Brasil situando-se em Armazém-SC. Ela morreu de Alzheimer, deu muito trabalho aos familiares José Librelato e a esposa dele Tiadolinda Zappelline. Giogunda Venturini Libralato, faleceu magra, corcunda, e o esgotamento mental que era uma conseqüência da idade.
Ela teve o processo do Alzheimer mais severo, onde a pessoa tenta se suicidar. Como não há havia como ela não conseguir o intento, certa vez solicitou ao José Librelato, seu filho mais novo, que o fizesse por ela, entregou-lhe um ferro da carroça. Ela gostava muito de rezar, mas após a doença de Alzheimer, ela ficou com ódio de tudo e de todos, até da religião. (sintomas característicos do Alzheimer).
Sua primeira tentativa de suicídio foi com uma faca enferrujada, quando a encontraram estava tentando enterrá-la no peito, mas a Alice Librelato, sua neta de 5 anos viu no momento e chamou a ROSA FULANETO que a salvou imediatamente.
O domingo antes desse fato, mais ou menos 10 meses antes de sua morte, ela começou a andar do Engenho até a casa e da casa até o engenho, a ponto de criar um trilho no chão que formou uma valeta. Certo dia o filho José Librelato perguntou: - para que esta fazendo isto? E ela respondeu: - Quero me matar, pois eu roubei muita comida e muitas coisas para dar aos pobres, por isso eu mereço um castigo.
Após duas tentativas de suicídio a colocaram na cama e ali ela permaneceu por 9 meses, tal a raiva que ela tomou , chamaram o missionário para benzê-la. Então ela falou ao missionário, que antes de morrer ela voltaria a rezar e gostar da pessoas. Na véspera de sua morte alguém entrou com a Anita Librelato no colo (com i amo de idade) e ela comentou: - Cara La me putina!(quer dizer: “traga-me a minha menina”). Então todos comentaram “ a morte esta perto”.
Ela rezou com todos no dia de sua morte, faleceu na parte da manhã. Seus cabelos não eram completamente brancos, tinha 1,61 m de altura. Durante sua vida gostava muito de rezar. Com 82 anos, não usava óculos, trabalhava a noite no traçado para chapéus de palha, remendava e pregava a noite botões sem o óculos. Quando saia para passear gostava de rezar na estrada.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Túmulo de Sperandio Libralato

Túmulo de Sperandio Libralato - morte em 1923 - Armazém - SC

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Os Primeiros Pioneiros dos Librelatos





Na primeira viagem de imigrantes da Itália para o Brasil, veio Eugênio Libralato para conhecer o Território brasileiro, chegou aqui em 1877 com sua esposa Orsolina Della Vedova. Chegando em São Paulo foi encaminhado para a cidade de Pedra Grande-SC, e lá se instalou. Escreveu aos seus irmãos na Itália solicitando a presença, pois aqui tinha muitas terras e o país era pacífico, já que naquela época a Itália estava passando pelo processo de Unificação. Assim sendo , numa seguinte viagem de vinda de imigrantes desembarcaram no Brasil Arcangelo Libralato e Sperandio Libralato.

Segundo informações da família de José Librelato que viveu na casa de Sperandio Libralato até a sua morte, esse serviu no exército por 8 anos e então só veio casar com 30 anos. Arcangelo Libralatto não chegou a casar, faleceu solteiro, pois num dos serviços de abrir a mata foi picado por uma cobra. Já Sperandio Libralato veio casado da Itália com Gioconda Venturini. Esse veio com dois filhos Natalio Libralato com dois anos e dois meses e Albino Libralato saiu da Itália com dois meses e chegou ao Brasil com 5 meses. Já que o deslocamente de Mantova para o Brasil levou três meses.